terça-feira, 12 de novembro de 2013

QUEM QUEIMOU MEU SUTIÃ?


Eu acredito que um dos fatores que mais têm contribuído para o desmoronamento da família na sociedade de hoje é a revolução social que ocorre devido às mudanças nos papéis do marido e da mulher, causando confusões e desencontros nos casamentos ou em uma grande parte deles.

As feministas têm tido muito sucesso. Mudaram a maneira como a mulher enfrenta a si mesma em casa e na sociedade. Toda aquela tradição feminina foi mudada no processo de quase guerra pela independência da mulher. O jeito de lidar com o marido, encarar a carreira profissional, a criação dos filhos, o dia-a-dia doméstico, houve uma mudança radical nessas áreas da vida. Ser dona de casa e mãe já não é sinônimo de uma pessoa realizada. A “nova mulher” não pode dizer que é simplesmente mãe ou esposa, pois certamente seria vista como uma pessoa explorada e oprimida. Quem opta por cuidar da família é tão bombardeada pelo “espírito feminista” da sociedade moderna que a maioria delas passa a se considerar ultrapassada, inferior, desvalorizada, menos inteligente, aquela “coitadinha” que passa o dia em casa cuidando da família e construindo um lar. Por esse motivo, muitas mulheres que são esposas e mães estão passando por uma crise de identidade, “afinal, quem sou eu?” ou talvez “o que devo ser?”. Eu perguntaria: "Quem queimou meu sutiã?".

Por acaso, ser mãe e esposa pode ser considerado um desejo de vida? Ou é algo reservado apenas para quem não tem a possibilidade de ter uma profissão? Talvez as respostas para essas perguntas se baseiem no bombardeio da mídia. Ela tem ridicularizado cruelmente os valores da família, transformando a maneira de pensar de muita gente. A mídia apresenta uma mulher totalmente nova, com capacidades espetaculares, cheia de poderes. Infelizmente, esse modelo “enlatado” tem influenciado tanto a sociedade que hoje é comum essa versão moderna e totalmente independente da mulher. “Filhos? Talvez, desde que não atrapalhe a carreira”. “Produção independente? É uma possibilidade”. “Casar? Provavelmente não, a menos que seja um marido que não atrapalhe meus objetivos profissionais”. O que não seria possível para a super mulher moderna?

Certa vez li um estudo de uma universidade do sul da Califórnia que fazia referência a esse novo paradigma social. “A imagem da mulher atualmente retratada pelos meios de comunicação é a combinação ridícula da fantasia ingênua e da propaganda futurista. Ela dispara pelas estradas num carro esportivo maravilhoso, enquanto seu companheiro fica sentado ao seu lado roendo as unhas. Transpira autoconfiança por todos os poros e com muita razão: pode destruir qualquer homem com seus golpes de caratê e rápidos chutes nos dentes. Joga tênis ou futebol, como profissional. É também uma gastrônoma sexual, mas nem morta tomaria parte em uma cerimônia de casamento. Tem grande sorte de permanecer sempre jovem, jamais adoece, nem tampouco comete um erro ou parece tola. Em resumo, ela é onisciente, ou melhor, sabe quase tudo, já que possui uma estranha incapacidade de desempenhar tarefas tradicionalmente femininas, como cozinhar, costurar ou educar os filhos. Verdadeiramente, a heroína da tela dos dias atuais é um espécime notável, orgulhosa e firme, em atitude de desafio com as mãos nos quadris. Oh, sim! Ela percorreu um graaande caminho, não há dúvidas”.

Para mim está claro que essas ideias revolucionárias sobre as mulheres, que vêm aos poucos rebaixando os conceitos tradicionais femininos, não têm atingido apenas a mente delas, mas também a dos homens e, principalmente, a dos filhos, tão impressionáveis e necessitados de orientação que, no novo papel das mulheres, elas nem sempre podem lhes dar. Posso parecer um tanto machista, mas acredito que isso tudo desembocará em consequências muito negativas e danosas para nossa sociedade, pois adultera o pilar da estrutura social – a família. 

Não me entendam mal. Como mulher, acredito firmemente no nosso potencial. Não vejo problema em uma mulher trabalhar ou ter uma carreira. Tanto por prazer, como por necessidade, podemos desempenhar qualquer papel! Afinal, eu mesma que estou criticando o exagero da inversão dos papeis sociais, sou também empresária e almejo o máximo do sucesso profissional, mas não às custas do que realmente importa na vida. Jamais colocaria o sucesso profissional acima do meu relacionamento conjugal ou da criação dos meus filhos. Não gosto de ver como muitas de nós têm abraçado desenfreadamente uma série de posturas e reivindicações, que só conseguem, ao passar dos anos, tornar muitas mulheres deprimidas, cheias de dúvidas sobre si mesmas e sobre o seu próprio valor.

As mulheres têm batalhado tanto por suas carreiras e muitas vezes esquecem a motivação correta. Decidem fazer doutorado ou ser workaholic não porque realmente têm prazer nisso ou porque precisam ajudar no sustento do lar, mas por medo da alternativa que lhes restaria se não o fizessem, afinal, se optarem ser esposas e mães em tempo integral, seriam mal vistas diante da sociedade.
Esse forte movimento feminista deixou um pouco a família de lado. Filhos e mais filhos recebendo educação, quase que em tempo integral, de babás que caíram de paraquedas em suas vidas. Claro que a educação dos filhos não depende só das mulheres, eles precisam, e muito, da atenção do pai, mas no lugar da divisão dessa responsabilidade entre pai e mãe, o que ocorre é a ausência de ambos.

Há o perigo real de derrubar todos os tradicionais conceitos do “ser feminina” sem ter a menor noção de um conceito mais eficaz, gratificante e realizador para substituí-lo. Por isso muitas mulheres estão se sentindo perdidas.

Foi por isso que Deus criou, com muita sensatez e critério, os papéis de cada sexo, distintos entre si para combinar perfeitamente com a natureza e o caráter de cada um. Em toda essa complexa situação, quem mais sofre com esse padrão são as mulheres que não querem ou não precisam seguir uma carreira profissional longe de casa, mas que simplesmente desejam ser “somente” esposas e mães – o que ao meu ver são nada menos do que privilegiadas!

Ao tentar atingir a realização pessoal por meio de esferas antes dominadas por homens e, desta forma, provar sua capacidade, ela pensou poder alcançar o ápice da felicidade duradoura. Total engano! Não se obtém uma vida feliz com apenas um alvo realizado. Hoje a mulher paga um alto preço por sua “emancipação”. Vemos muitos casos de mulheres que pagam pensão aos homens ou que não são tratadas com tanto cavalheirismo, afinal, agora ela é igual a ele. E o pior é que muitas pensam que isso faz com que os homens a respeitem mais como ser humano. Ledo engano! No geral, uma mulher feminista é ótima para os homens, pois eles não precisam abrir a porta do carro, pagar a conta do jantar e muito menos firmar um compromisso para ter intimidade sexual. Nunca se viu tantas mulheres-objeto e homens sustentados pelas esposas (por opção e não por necessidade). Um mundo perfeito para uma grande parte do universo masculino, formado de homens “espertinhos”.

Enquanto tem avançado para conseguir estabelecer e receber muitos dos seus direitos, ela perdeu outros tantos. Para atingir seus objetivos ela tem colocado suas necessidades emocionais em jogo, sua própria natureza de mulher, que é deslocada e subjugada em prol de uma realização que às vezes nem ela sabe bem qual é. Mas, a essa altura,  muitas famílias já estão destruídas.

Não acho que tudo no pensamento tradicional sobre a mulher esteja correto. Também não acredito que tudo no movimento pela emancipação da mulher esteja errado. Entendo que em toda a problemática que expus, existem implicações culturais, sociais e emocionais muito diversificadas. Acredito que a mulher pode ser o que ela quiser profissionalmente, só não vale esquecer o seu papel principal que é a edificação de sua casa e a educação dos seus filhos. Não podemos permitir que a força devastadora da revolução dos sexos mude conceitos de valor absoluto, criando prejuízos indeléveis no relacionamento conjugal e na estrutura familiar.


Texto inspirado no livro A ARTE DE PERMANECER CASADO. Livro excelente que eu faço questão de indicar pra vocês. Compre com 20% de desconto, usando o cupom COISADECASADA no site das Livrarias Família Cristã.

Marido cochichou no meu ouvido que quando eu for mãe, só vou trabalhar se eu tiver vontade!




17 comentários :

  1. Mais um dos seus posts ótimos! E biblicos!
    Confesdo que ainda não fico tranquila com as expectativas dos que me rodeiam, mas meu marido me apoia e hoje eu trabalho apenas 1 dia por semana. Minha prioridade será sempre ele e meu futuro filho ou filha.
    Beijosss

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  2. Concordooo com o que vc postou ...
    Sempre brinco q acho q nasci na época errada, sou muiito nova com a mentalidade muiito velha rs.
    Acho q toda mulher tem sim q casar construir uma família linda, e amar incondicionalmente o marido, vivi esse exemplo quando morava com meus pais q mesmo passando por tantas dificuldade estão juntos firme e fortes ... a mulher que sabe cuidar da família e tem o marido q administra a casa sempre á tem estruturada ...


    Minha opinião ...
    Prontoo falei. Só acho. rs =)

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  3. Bom Dia Karol, Concordo plenamente com o texto, inclusive sempre que posso assisto os " Cultos de mulheres" (Diante do Trono) , que na maioria das vezes abordam sobre esse tema. Eu Também não concordo com essa história de "direitos iguais" , quando cada um tem um papel diferente a ser desempenhado, não menos ou mais importante que o do outro, mas diferente! A fim de se completarem ;) Adorei o Texto! Beijinhos

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  4. Karol você explicou exatamente sobre tudo que falo com minhas amigas. Nós mulheres vivemos numa sociedade que essa tal "emancipação", nos fez não querer aturar mais nada do marido. Quando éramos mães e esposas (somente) nós sabíamos e também precisávamos ser submissas ao marido. Hoje por que possuímos emprego, salários muitas vezes até superiores aos de nossos maridos, não suportamos abusos, nem traições e muito menos falta de amor. Acho que esse é o ponto negativo do crescimento profissional da mulher, não estamos mais dispostas a suportar os erros do nosso companheiro, quando na verdade as lições bíblicas são totalmente opostas a esse pensamento. Realmente isso é muito confuso, pois a mídia faz essa confusão. Quando na verdade podemos ter todo esse crescimento profissional e dividi-lo com nosso cônjuge e com nossos filhos. Até por que nosso bem mais importante continua sendo a família.

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  5. Karol você falou exatamente sobre tudo que converso com minhas amigas e também das minhas dúvidas, como mulher que trabalha, mãe e esposa. Essa emancipação feminina, a independência financeira, nos tornou incapazes de ser submissas(no sentido bíblico) aos nossos maridos. Hoje se a mulher tem seu salário e não depende mais do homem ela não aguentará nenhum tipo de abuso, traição ou falta de amor. É por isso que essa transição é tão confusa, pelo menos para mim, Antigamente como dependíamos deles para tudo, nós sabíamos ser donas de casas e isso era prazeroso. Hoje muitas de nós vê isso como escravidão. Quando na verdade essa é a principal função da mulher. Hoje percebi que posso ser tudo isso e dividir perfeitamente a alegria do meu trabalho, do meu esforço com meu cônjuge e com minhas filhas. Posso ser submissa, trabalhar fora, ser dona-de-casa, ser mãe e esposa. Contribuindo assim para um casamento feliz e saudável. A mulher precisa de um companheiro, como o homem precisa de uma auxiliadora. Deus não os criou para serem só, e sim "uma-só-carne".

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  6. Concordo plenamente!!! Tiro o meu chapéu ... Texto Perfeito. :)

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  7. Parabéns pelo texto, amei! Muitas mulheres entram em um processo depressivo, por mesmo trabalhando tanto, não encontram a "tal felicidade", Deus nos criou com propósitos distintos, dentro do conceito família, ser uma mulher virtuosa, não tem nada, com uma mulher fútil, como é visto as esposas que dedicam seu maior tempo na família. Acredito totalmente que devemos investir no nosso relacionamento com filhos e maridos, plantar sementes!! Parabéns!! bjs

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  8. Eu gostaria muito de ser mãe e cuidar da casa, mas discordo em algumas partes do texto, não acho que inverter os papeis seja motivo pra um casamento não dar certo, ou para uma família desandar, conheço casais que formam uma família linda, aonde ele cuida da casa e ela trabalha. Eu estudo muito e não porque preciso ou porque não quero depender do meu marido, mas porque eu amo a profissão que escolhi e me realizo nela. Vejo uma necessidade muito grande de entender que trabalhar fora de casa pra algumas mulheres é crucial, é necessário, minha mãe trabalha em uma cidade a 85 km daqui porque houve a necessidade, mas isso nunca implicou no sucesso da nossa família. Acho que quem quiser trabalhar, trabalhe, e quem não quer e prefere cuidar da casa, não trabalhe. Cada uma tem que levar a vida que a realiza como pessoa e não correr atrás de tradições.

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  9. Karol,

    Gosto muito dos seus textos, principalmente nos que abordam oque podemos fazer pra sermos pessoas melhores e termos um relacionamento saudável.

    Como cristã sei o quanto ser submissa no casamento é importante e que o homem seja o cabeça da casa.

    Só fico triste com a total confusão que você fez com o feminismo e com o que é ser feminina.
    Pela forma que abordou uma mulher feminina não pode ser feminista, e uma mulher feminista não é feminina e necessariamente trabalha como nesta frase "No geral, uma mulher feminista é ótima para os homens, pois eles não precisam abrir a porta do carro, pagar a conta do jantar e muito menos firmar um compromisso para ter intimidade sexual." Tem tanto preconceito nesta frase que é difícil de processar. Realmente uma mulher feminista não precisa que o homem pague a conta porque ela PODE trabalhar e escolher pagar por si só sua própria conta, ela PODE escolher se quer um homem que abra a porta ou não.

    FEMINISMO é poder ESCOLHER. Graças ao feminismo você pode falar na internet, conhecer seu esposo e decidir se casar com ele, antes as mulheres eram quase 'mercadorias' na família e quem escolhi os casamentos eram os pais, na maioria das vezes com maridos ricos que poderiam ser bons sustentadores de lar. Não interessava se ele era carinhoso, legal, companheiro. A muher tinha que aceitar.

    Até os anos 1920 a maioria das mulheres apanhava dos maridos em casa, não podia votar, trabalhar estudar, nada! Não é que elas escolhiam não trabalhar, elas não PODIAM trabalhar ou dançar ou passear. Tudo era mal visto.

    Se hoje, nós mulheres cristãs, somos tão abençoadas por Pastoras maravilhosas que escrevem livros, gravam CDS e fazem pregações é graças ao Feminismo. Isso não acontecia em até menos de 100 anos atrás!

    As mulheres que lutaram por seus próprios direitos, pelo direito de existir como pessoa, de existir como humano na sociedade não atrapalham nossa vida Karol. Elas ajudaram e muito! Hoje temos grupos de oração, temos reuniões de casais temos melhoramentos de relacionamento, porque podemos reclamar, buscar ajuda, um dos outros. Antes a mulher sofria calada e só orava.

    Se antes a mulher não podia trabalhar, ela tinha que se contentar com o que era oferecido em casa, se não pudesse fazer unha, cabelo, tirar foto e ter coisas bonitas em casa, ela só podia sonhar com o dia que pudesse trabalhar também e ter as coisas que sempre sonhou.

    Se hoje eu posso escolher o melhor hospital pra pensar em ter um filho, estudar sobre parto e buscar cursos pra educar meus filhos em casa, é graças ao Feminismo que permitiu que muitas mulheres estudassem, escrevessem publicassem coisas que me interessam, que NOS interessam.

    Não culpe o feminismo pelas coisas ruins do mundo. Pela irresponsabilidade das pessoas com o sexo, pela falta de comprometimento com a família.

    Não culpe o feminismo pela super cobrança que é exigida de nós mulheres hoje, para sermos super tudo em tudo e não deixar nenhuma peteca cair. É o machismo que ainda crava as garras nas nossas almas, na nossa vida e não deixa que vivamos o melhor que possamos ser, com as escolhas que quisermos pra nossas próprias vidas.

    Vale estudar e descobrir o que realmente o feminismo faz. Você que lê tanto, não pegue uma teoria pelo que dizem por aí. Estude, pesquise vá a fundo! Veja que nos Planos de Deus, cada um tem seu papel, mas todos são respeitados igualmente.

    Jesus foi o único que parou pra ajudar uma mulher, nos seus problemas mais íntimos, sem fazer distinção. Ela estava na rua, sozinha, sem marido, buscando seus sonhos, sua cura! Nós não podemos para também! =)

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    1. Há uma grande diferença entre ser feminina e ser feminista!

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  10. Karol,

    Gosto muito dos seus textos, principalmente nos que abordam oque podemos fazer pra sermos pessoas melhores e termos um relacionamento saudável.

    Como cristã sei o quanto ser submissa no casamento é importante e que o homem seja o cabeça da casa.

    Só fico triste com a total confusão que você fez com o feminismo e com o que é ser feminina.
    Pela forma que abordou uma mulher feminina não pode ser feminista, e uma mulher feminista não é feminina e necessariamente trabalha como nesta frase "No geral, uma mulher feminista é ótima para os homens, pois eles não precisam abrir a porta do carro, pagar a conta do jantar e muito menos firmar um compromisso para ter intimidade sexual." Tem tanto preconceito nesta frase que é difícil de processar. Realmente uma mulher feminista não precisa que o homem pague a conta porque ela PODE trabalhar e escolher pagar por si só sua própria conta, ela PODE escolher se quer um homem que abra a porta ou não.

    FEMINISMO é poder ESCOLHER. Graças ao feminismo você pode falar na internet, conhecer seu esposo e decidir se casar com ele, antes as mulheres eram quase 'mercadorias' na família e quem escolhi os casamentos eram os pais, na maioria das vezes com maridos ricos que poderiam ser bons sustentadores de lar. Não interessava se ele era carinhoso, legal, companheiro. A muher tinha que aceitar.

    Até os anos 1920 a maioria das mulheres apanhava dos maridos em casa, não podia votar, trabalhar estudar, nada! Não é que elas escolhiam não trabalhar, elas não PODIAM trabalhar ou dançar ou passear. Tudo era mal visto.

    Se hoje, nós mulheres cristãs, somos tão abençoadas por Pastoras maravilhosas que escrevem livros, gravam CDS e fazem pregações é graças ao Feminismo. Isso não acontecia em até menos de 100 anos atrás!

    As mulheres que lutaram por seus próprios direitos, pelo direito de existir como pessoa, de existir como humano na sociedade não atrapalham nossa vida Karol. Elas ajudaram e muito! Hoje temos grupos de oração, temos reuniões de casais temos melhoramentos de relacionamento, porque podemos reclamar, buscar ajuda, um dos outros. Antes a mulher sofria calada e só orava.

    Se antes a mulher não podia trabalhar, ela tinha que se contentar com o que era oferecido em casa, se não pudesse fazer unha, cabelo, tirar foto e ter coisas bonitas em casa, ela só podia sonhar com o dia que pudesse trabalhar também e ter as coisas que sempre sonhou.

    Se hoje eu posso escolher o melhor hospital pra pensar em ter um filho, estudar sobre parto e buscar cursos pra educar meus filhos em casa, é graças ao Feminismo que permitiu que muitas mulheres estudassem, escrevessem publicassem coisas que me interessam, que NOS interessam.

    Não culpe o feminismo pelas coisas ruins do mundo. Pela irresponsabilidade das pessoas com o sexo, pela falta de comprometimento com a família.

    Não culpe o feminismo pela super cobrança que é exigida de nós mulheres hoje, para sermos super tudo em tudo e não deixar nenhuma peteca cair. É o machismo que ainda crava as garras nas nossas almas, na nossa vida e não deixa que vivamos o melhor que possamos ser, com as escolhas que quisermos pra nossas próprias vidas.

    Vale estudar e descobrir o que realmente o feminismo faz. Você que lê tanto, não pegue uma teoria pelo que dizem por aí. Estude, pesquise vá a fundo! Veja que nos Planos de Deus, cada um tem seu papel, mas todos são respeitados igualmente.

    Jesus foi o único que parou pra ajudar uma mulher, nos seus problemas mais íntimos, sem fazer distinção. Ela estava na rua, sozinha, sem marido, buscando seus sonhos, sua cura! Nós não podemos para também! =)

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  11. AFF, que ridículo mano. IUSEHUISHEIUSHEIUHSEIUHE salve a heteronormatividade, a mononormatividade, a cisnormatividade. Viva os casais lésbicos, os casais com trans, os que não se casam, os que se relacionam com quem quer a hora que quer. E FODA-SE o seu livrinho de 2 mil anos que diz tanta baboseira, puta que pariu que bosta de postagem. Não são os casais normais que são atacados, são os casais "anormais" que são atacados pela biblia, e não os casais homem mulher que a mulher fica em casa e mimimi. Meu, quanto chororô. Vêm tentar ser lésbica pra ver?!

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  12. Karol,

    Simplesmente obrigada, por mais um texto especial e sábio. Eu tenho 21 anos, estou terminando a faculdade e vou me casar assim que me formar. Gosto muito da profissão que escolhi, sei que vou ter a necessidade de exercê-la também, mas o meu maior sonho é poder cuidar do meu futuro marido, da nossa futura casa, dos nossos futuros filhos... E como eu sinto vergonha e medo de dizer isso para as pessoas! A reação é sempre péssima, geralmente me perguntam: mas você vai querer depender de um homem para ser feliz? Minhas amigas acham que sou "coitadinha" por pensar assim, mas oro a Deus para que as mulheres tão independentes se recordem sobre qual é o seu verdadeiro papel na socidade.

    Obrigada pela dedicação com o blog e a fanpage, acompanho todos os dias. Um beijo e que Deus te abençõe.

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  13. Adorei o texto Karol. Concordo! Uma coisa é o fato de nós mulheres termos conquistado vários direitos, outra coisa é se equiparar aos homens, acho muito triste uma mulher fazer isso. Homens e mulheres precisam entender seus papéis na sociedade e isso está causando muitos desequilíbrios, conforme podemos ver todos os dias.

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  14. Adorei o texto Karol. Concordo! Uma coisa é o fato de nós mulheres termos conquistado vários direitos, outra coisa é se equiparar aos homens, acho muito triste uma mulher fazer isso. Homens e mulheres precisam entender seus papéis na sociedade e isso está causando muitos desequilíbrios, conforme podemos ver todos os dias.

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  15. Ótimo artigo. Quantas dificuldades temos tido com crianças e adolescentes por falta da atenção dos pais e principalmente da mãe.

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  16. Tão bom saber que não estou só em meus pensamentos.

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